Desvendando o Futuro Bancário
Acelerando com IA, Cloud e Cibersegurança — Insights da Pesquisa Febraban 2025
O setor bancário brasileiro, um pilar da nossa economia, vive um momento de efervescência tecnológica sem precedentes. A tradicional Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2025, um termômetro vital dos investimentos em inovação financeira, revela as tendências que estão redefinindo a paisagem competitiva. Com a participação de 20 grandes instituições, representando 85% dos ativos bancários nacionais, o estudo aponta para uma reconfiguração estratégica impulsionada por avanços que prometem otimizar operações, reduzir custos e, acima de tudo, aprimorar a experiência do cliente.
IA e GenAI: O Motor da Transformação Bancária
No centro dessa transformação digital bancária está a Inteligência Artificial (IA) e, em particular, a Inteligência Artificial Generativa (GenAI). O que antes era projeção, hoje é realidade operacional. A pesquisa demonstra que a IA permeia desde a modernização da infraestrutura em nuvem até a personalização do atendimento ao cliente. Do ponto de vista econômico, os benefícios são claros: 74% dos bancos citam a redução de custos e o ganho de eficiência operacional como os principais catalisadores. Mas a IA também fortalece a cibersegurança bancária (63%), aprimora a tomada de decisões (58%) e, de forma crescente, revoluciona a personalização de serviços bancários (47%).
A GenAI, com sua capacidade de criar conteúdos, interagir de forma natural e antecipar preferências, é um vetor estratégico para a hiperpersonalização bancária. Já impulsiona a personalização de interações (50%), o desenvolvimento de novos produtos e serviços bancários (33%) e a otimização de processos internos. Os resultados são tangíveis: uma média de 11,4% de aumento na eficiência pós-adoção, com quase 40% dos bancos reportando melhorias acima de 20%. Isso não é apenas tecnologia; é uma alavancagem de capital e recursos que se traduz em maior rentabilidade e competitividade.
Apesar dos avanços notáveis, a maturidade na adoção da IA ainda varia. A pesquisa indica que 65% das instituições estão em estágio de exploração ou implementação inicial (piloto), enquanto 30% já estão em produção (escala limitada ou larga escala). Isso aponta para um vasto potencial de crescimento e para a necessidade de estratégias de amadurecimento para que a IA transcenda a otimização de back-office e passe a impulsionar ainda mais a experiência do cliente.
A Nuvem como Catalisadora da Inovação e Escalabilidade
A escalada da IA é indissociável da modernização da infraestrutura. A computação em nuvem (cloud computing) para bancos emerge como a plataforma que garante a flexibilidade e escalabilidade necessárias para o desenvolvimento e a implantação de soluções de IA. A sinergia é evidente: nuvem e IA caminham juntas, amplificando o potencial uma da outra.
A pesquisa indica que 89% dos bancos planejam ampliar investimentos em cloud em 2025, com a cloud híbrida (80%) prevalecendo como o modelo de preferência. Essa escolha reflete a busca por controle total, segurança e compliance rigorosos, ao mesmo tempo em que aproveitam a elasticidade e o custo-benefício da nuvem pública. A migração já é massiva em domínios como Open Banking e Pix, solidificando a nuvem como um pilar de inovação e como base para a agilidade necessária em um mercado em constante mutação.
Cibersegurança: Um Pilar Indispensável de Confiança no Ambiente Digital
Em um ambiente financeiro cada vez mais digitalizado e interconectado, a cibersegurança bancária transcende a defesa; é um pilar de confiança, resiliência e reputação. As ameaças digitais são complexas e evoluem rapidamente, exigindo uma abordagem multifacetada que combine prevenção robusta, detecção ágil e resposta eficaz.
Bancos investem pesado em governança do tema, com a presença de especialistas em cibersegurança nos conselhos de administração (56% já contam com pelo menos um) e a integração de equipes de segurança com os squads de tecnologia. Gerenciar riscos relacionados a terceiros (75%), acompanhar a rápida evolução das ameaças (65%) e fomentar uma cultura de segurança em toda a organização (55%) são desafios-chave.
A IA, nesse contexto, é uma aliada estratégica. 70% dos bancos utilizam-na para proteção de sistemas e dados contra ataques, e impressionantes 80% a aplicam na detecção de fraudes e lavagem de dinheiro – um investimento crucial na proteção de ativos e da integridade financeira. Essa integração reforça a capacidade do setor em antecipar e neutralizar riscos, salvaguardando a confiança dos clientes.
O Fator Humano: Talentos e o Futuro do Trabalho no Setor Financeiro
Em meio à voragem tecnológica, o capital humano permanece insubstituível. Os bancos compreendem a imperatividade de investir no talento em tecnologia bancária. Há um investimento de R$ 1,4 bilhão previsto para 2025 em infraestrutura e soluções que aprimoram a experiência de trabalho, refletindo uma visão de que a tecnologia deve empoderar, não substituir, os profissionais.
A reskilling e upskilling se tornam mandatórios, com um aumento de 35% no treinamento de profissionais em 2024. A expectativa é de um crescimento de 15% no quadro de TI em 2025, totalizando mais de 57 mil profissionais. A GenAI, ao redefinir funções, exige novas habilidades: engenharia de prompt, análise de dados e pesquisa de informações (competências ligadas à tecnologia), mas também pensamento crítico, criatividade, flexibilidade e resiliência (habilidades humanas essenciais para o futuro do trabalho no setor financeiro). O modelo de trabalho híbrido, adotado por quase metade dos bancos, demonstra a busca por um equilíbrio que promova satisfação profissional e alinhamento cultural.
Expandindo Horizontes: Open Finance, Ativos Digitais e a Agenda ESG
Além dos pilares de IA, nuvem e cibersegurança, o setor bancário brasileiro explora fronteiras de inovação que reconfiguram seu modelo de negócio e seu papel social. O Open Finance Brasil representa um vasto campo para o enriquecimento de dados sobre clientes e a criação de ofertas hiperpersonalizadas, com 41% dos bancos projetando alto valor futuro. O desafio reside na adesão dos clientes e na criação de casos de uso ainda mais atrativos.
A tokenização e os ativos digitais, impulsionados pela infraestrutura do DREX, surgem como vetores de inovação em produtos financeiros (95%), contratos inteligentes e automação (63%), e maior transparência e segurança (42%). Embora a maturidade nessas iniciativas ainda seja inicial, a oferta de ativos digitais é vista como um caminho para ampliar a gama de ofertas financeiras.
Adicionalmente, a agenda ESG em bancos consolida-se como um diferencial estratégico para 45% das instituições, com 90% já oferecendo soluções ESG e 80% planejando ampliar investimentos, focando em inclusão social, diversidade e eficiência energética. Não se trata apenas de conformidade, mas de valor de marca e engajamento com uma sociedade que demanda cada vez mais responsabilidade corporativa.
Conclusão: Centralmaster e a Navegação Estratégica na Economia Bancária do Futuro
A Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2025 desenha um setor financeiro brasileiro na vanguarda da inovação tecnológica bancária. Os R$ 47,8 bilhões em investimentos previstos para 2025 – um aumento de 13% – são um testemunho do compromisso com a eficiência, a segurança e a personalização. A convergência entre IA, nuvem e cibersegurança não é apenas uma tendência, mas a base de uma vantagem competitiva duradoura para as instituições financeiras.
Para navegar com sucesso neste cenário de profunda transformação, é essencial contar com inteligência de mercado e análises estratégicas que decifrem as complexidades e revelem as oportunidades. É aqui que a Centralmaster se posiciona como um parceiro valioso, oferecendo a expertise necessária para decifrar tendências, otimizar investimentos e capitalizar as oportunidades emergentes neste novo paradigma bancário. O futuro é digital, e o Brasil está construindo-o com solidez e visão estratégica.
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